De 19 a 25 de Abril

2021

CIA TRUKS

 

NOME DA PEÇA: SONHATÓRIO

 

DIREÇÃO: Henrique Sitchin

 

SINOPSE:


É hora do almoço no Sanatório Boa Cabeça. Sentam-se à mesa três supostos loucos, para a refeição. Porém, não há ali nada para comer ou beber. Sedentos e famintos, os amigos partem em uma deliciosa viagem imaginária em busca de comida, que os levará para áridos desertos, para o fundo do mar e para longínquos planetas. Criativos personagens feitos de guardanapos, bacias, copos, garrafas pet, sacolas plásticas, talheres e pratos os acompanharão por incríveis aventuras.

Após finalmente conseguirem almoçar, revela-se ao público a surpresa: Eram eles de fato os loucos, ou serão loucos aqueles incapazes de brincar? Nossos amigos oferecem ao público um dos melhores remédios para tudo: A possibilidade da construção de uma vida mais saudável, feita da sincera amizade dos verdadeiros amigos, e de muito bom humor. Eles transformam o que seria um sanatório em um… SONHATÓRIO!

 

FICHA TÉCNICA 

 

Criação: Henrique Sitchin e Gabriel Sitchin

Texto e Direção: Henrique Sitchin

Criação e Confecção de Bonecos e Figuras:

Henrique Sitchin, Gabriel Sitchin, Rafael Senatore, Hugo Reis, Pietro Sitchin, Karina Prall e Camila Oliveira

 Trilha Sonora: Rafael Senatore

 Iluminação e Cenografia: Henrique Sitchin

COMPANHIA DE OPINIÃO

 

NOME DA PEÇA: OPINIÃO CONTA DANDARAS

 

DIREÇÃO:  Davi Lima

 

SINOPSE:


O “Opinião Conta Dandaras” narra a trajetória de Dandara dos Palmares através de músicas, metáforas e poesias, construindo um paralelo com aspectos da realidade do Brasil contemporâneo e de histórias vividas pelo próprio coletivo sobre feminino, resistência, fugas, filhos e frutos que germinaram em nossos corações, ventres e serras.

 

FICHA TÉCNICA 


Direção: Davi Lima
Dramaturgia: Flor Priscila
Composições: Zé Luiz Rodovalho
Cenografia: Amanda Balula
Figurinista: Glaucy Policeno
Costureira: Dalva Balula
Iluminação: Davi Lima
Designer Gráfico: Rodrigo Rodrigues
Gravação: Leandro Lammoglia
Produção: Amanda Balula, Vitória Cardoso, Jaqueline Cachone
Músicos: Pepê (percussão) e Zé Luiz Rodovalho

O BURACO D’ORÁCULO

 

NOME DA PEÇA: PELAS ORDENS DO REI QUE PEDE SOCORRO

 

DIREÇÃO: Elizete Gomes

SINOPSE:


Pelas Ordens do Rei Que Pede Socorro é uma intervenção teatral que utiliza a poesia como forma dramatúrgica. Baseando nos princípios da “cenopoesia”, em que imagens, gestos, canções e palavras se misturam para completar um todo, o Buraco d`Oráculo leva a cena um recorte de poemas por meio de cenas fragmentadas que transitam entre o cômico e o dramático com leveza poética e também de forma contundente tocando em temas do nosso cotidiano.

 

FICHA TÉCNICA 


TEXTO: Ray Lima 

DIREÇÃO: Elizete Gomes 

CONCEPÇÃO DE FIGURINOS E ADEREÇOS: Luciano Wieser

MÚSICAS: Júnio Santos e Ray Lima

PREPARAÇÃO VOCAL: Cadu Wintter

COLABORAÇÃO DRAMATURGICA: Luciano Carvalho

PROJETO GRAFICO: Jadiel Lima

CIA DAS CORES

 

NOME DA PEÇA: CHIQUINHA GONZAGA, A MENINA FACEIRA.

 

DIREÇÃO:  Edson Gon

 

SINOPSE:


Chiquinha Gonzaga, a menina faceira’ é um espetáculo de teatro de bonecos que conta
diversas facetas de Chiquinha Gonzaga, grande compositora, pianista e regente brasileira, a partir do seu universo musical, no qual três vendedores de rua, do período em que Chiquinha viveu, ou seja começo do século 20: o Aguadeiro, a “Lamparineira” e o Quitandeiro, acompanhados de um “Pianeiro” encenam com bonecos situações pitorescas e inusitadas do universo da compositora, mostrando peripécias de sua infância, devaneios sobre sua vida e situações lúdicas de suas criações.

 

FICHA TÉCNICA 


Direção: Edson Gon
Dramaturgia: Tom Dupin
Direção musical: Gustavo Budemberg

CIA ESTÁVEL DE TEATRO

 

NOME DA PEÇA: PATÉTICA

 

DIREÇÃO:  Nei Gomes

 

SINOPSE:


Escrito em 1976, a peça reflete sobre as circunstâncias do assassinato de vladmir herzog – jornalista, professor e dramaturgo morto nos porões do doi-codi, em outubro de 1975. O texto foi escrito um ano depois do seu falecimento, por seu cunhado e, também dramaturgo, joão ribeiro chaves neto. Na peça uma trupe de artistas de circo que está prestes a se desfazer conta pela primeira e última vez a história de glauco horowitz (herzog) desde a imigração dos pais para o brasil fugindo da 2ª guerra, passando pela carreira no brasil durante a ditadura civil militar, prisão, depoimentos no doi-codi, até a morte e a luta da família para provar que ele não cometeu suicídio, mas foi assassinado.

 

FICHA TÉCNICA 


Idealização: COMPANHIA ESTÁVEL DE TEATRO
Direção Musical: REINALDO SANCHES
Direção: NEI GOMES
Técnico de Vídeo: NEI GOMES
Zeladoria: EVAS CARRETERO
Produção Executiva: NEI GOMES
Produção de Temporada: MARIA CAROLINA DRESSLER
Assistente de Produção: GABRIELA COSTA
Fotos, Vídeos, Mídias Sociais e Programação Visual: JONATAS
MARQUES
Assessoria de Imprensa: ADRIANA BALSANELLI

AZENHA DE TEATRO

 

NOME DA PEÇA: O PEQUENO GUARDADOR DE REBANHOS

 

DIREÇÃO: Coletiva

 

SINOPSE:


Um menino é guardador de um rebanho de pensamentos e encontra no mundo das sensações seu melhor brinquedo. Brinca com o perfume das flores, com o correr dos rios e com os frutos das árvores. Através dessa deliciosa brincadeira ele irá desvendar o mistério das coisas. O espetáculo é uma possibilidade de expandir a percepção da arte que se faz presente na própria natureza, na busca por um trabalho que promova a interação de poesia e artes cênicas, na pesquisa de adaptação de textos literários para o palco.

 

FICHA TÉCNICA E ARTÍSTICA


Texto: ​ Alberto Caeiro (heterônimo de Fernando Pessoa)
Adaptação: ​ Adriana Azenha
Provocação: ​ Liz Mantovani
Preparação Corporal: ​ Adriana Azenha
Preparação Vocal: ​ Carla Dias
Elenco: ​Adriana Azenha, Camila Bevilaqua, Carla Dias, David Carolla e
Mario Deganelli
Direção Musical: ​Mário Deganelli
Figurino, Caracterização e Cenografia: ​ Usina da Alegria Planetária
Iluminação: ​Hedme Almeida
Fotos: ​Marx Deganelli
Designer Gráfico: ​Marx Deganelli
Produção Executiva: ​ David Carolla

NÚCLEO FILHA DAS DITAS

 

NOME DA PEÇA: CANTO DAS DITAS, FRAGMENTOS AFROGRAFADOS DE CIDADE TIRADENTES

 

DIREÇÃO E DRAMATURGIA: Antônia Mattos

DIREÇÃO MUSICAL: Jonatha Cruz

 

SINOPSE:


Para refletir sobre como a África se manifesta no dia a dia das moradoras de Cidade Tiradentes, o grupo encarou o desafio de ‘afrografar’ o bairro – referência ao termo ‘afrografias’ da poetisa e ensaísta Dra. Leda Maria Martins, que coloca em evidência e consciência a nossa herança africana. O trabalho do Núcleo Filhas da Dita mapeou esse legado ancestral de várias maneiras diferentes: trazendo histórias de nossas mães, tias, mulheres antigas  moradoras que nos contaram relatos que foram essenciais  para construção da nossa dramaturgia. 

A partir dessa investigação, Canto das Ditas coloca em cena histórias de mulheres negras de Cidade Tiradentes que se entrecruzam com histórias de Yabás (orixás femininas). A montagem busca o reflexo das histórias do cotidiano em um espelho ‘mítico’ das personagens sagradas.

 

FICHA TÉCNICA 

 

Direção e Dramaturgia: Antônia Mattos
Direção Musical: Jonatha Cruz
Concepção de Luz: Antônia Mattos e Fernando Alves
Cenário e Figurino: Eliseu Weide
Produção: Filhas da Dita

TRUPE IRMÃOS ATADA

 

NOME DA PEÇA: TRÊS VARIANDO

 

DIREÇÃO: Anderson

Spada 

SINOPSE:


“Três Variando” é um circo de palhaços. Três artistas palhaços vivem o circo desde sua montagem até a apresentação de sucessivos números circenses com habilidades de chapéu, pratos, equilíbrio, magica, chicote sempre sobre o comando do dono do circo. Cheio de trapalhadas e patacoadas “Três Variando” é um espetáculo apresentado através do olhar do palhaço e sua lógica própria de ver o mundo.

 

FICHA TÉCNICA 


Nome do Autor / Coreografo: Anderson Spada
Nome do grupo: Trupe Irmãos Atada
Diretor: Anderson Spada
Maquiagem: Trupe Irmãos Atada
Figurino: Denise Guilherme
Cenografia: Bira Nogueira
Sonoplastia: Sandro Fontes
Iluminação: Cic Morais
Operador de Som: Cic Morais
Operador de Luz: Cic Morais
Pesquisa: Trupe Irmãos Atada

CIA. CÊNICA

 

NOME DA PEÇA: Oi Lá, Inezita

 

DIREÇÃO:  Fagner Rodrigues

 

SINOPSE:


Oi Lá, Inezita conta a história de uma corajosa violeira que não acredita em um lugar definitivo para as coisas. Subvertendo a lógica do mundo machista e patriarcal, se aventura por um Brasil repleto de riquezas e reinvenções. Em uma atmosfera envolvida pela música, dança e poesia, o espetáculo passeia por elementos da cultura popular brasileira e presta uma homenagem à grande Inezita Barroso.

 

FICHA TÉCNICA 


Direção e organização dramatúrgica: Fagner Rodrigues
Elenco: Diego Guirado, Fabiano Amigucci, Glauco Garcia, Jaqueline
Cardoso, Márcia Morelli e Simone Moerdaui
Direção musical e preparação vocal: Babaya Morais e Everton Gennari
Arranjos Musicais: Diego Guirado
Cenário: Leonardo Bauab
Figurinos: Adbailson Cuba
Maquiagem: Fabiano Amigucci
Iluminação: Luis Fernando Lopes
Orientação dramatúrgica: Marcelo Romagnoli
Preparação corporal e coreografia: Andrea Capelli
Produção Executiva: Cássia Heleno e Vanessa Palmieri
Orientação Pedagógica: Clara Roncati
Costura: Any Cardoso
Design gráfico: Leonardo Bauab

BANDO JAÇANÃ

 

NOME DA PEÇA: Oniri Ubuntu – Tempo de sonho.

 

DIREÇÃO: Antonia Matos

 

SINOPSE:


Omama é uma pele de terra ao sul do Equador, habitada pelos Mundurobás. Em
Omama, a terra, o ar, a água e o fogo são seres, tem coração e respiram. Os
ancestrais desta terra também estão vivos e falam através das Oniris, as pedras da
memória em Omama. Um submarino chega à pele de terra e diante dessa invasão,
Mundurobás resistem.

 

FICHA TÉCNICA E ARTÍSTICA


Direção: Antonia Matos
Dramaturgia: Nathalia Catharina em colaboração com Bando Jaçanã
Cenografia: Júlio Dojcsar
Figurino: Silvana Marcondes
Adereços: Jacira Roque de Oliveira
Iluminação: Natália Peixoto
Composições: Antonia Mattos
Preparação Vocal: Livia Golden
Arranjos de sopro: Ricardo Higino
Consultoria bibliográfica: Bruna Salles
Produção: Antonia Mattos, Fellipe Sótnas e Sarah Zurck

CIA A DITA CUJA

 

NOME DA PEÇA: DESVENTURAS DE UM QUIXOTE EM TERRAS DE UM PAÍS QUALQUER OU NENHUM

 

DIREÇÃO: André Cruz

 

SINOPSE:


A peça conta a história do recém nomeado cavaleiro Dom Quixote, um cidadão  ’impossibilitado’’ de enxergar a realidade que o cerca e que jurando lutar pelo bem e pelos mais fracos, vê monstros, perigos e problemas de relevância duvidosa. O Quixote de um país qualquer ou nenhum, não escolhe suas batalhas e seus inimigos, esses, lhe são colocados pelas forças que dominam o reino e que são reforçados por seus próprios “pré-conceitos”.Produção Executiva: ​ David Carolla

 

FICHA TÉCNICA 


Produção: Flávio 

Assistente de produção: Mariana Cazula 

EQUIPE DE CRIAÇÃO

Direção e dramaturgia de André Cruz

Atuação de André Cruz

Flávio Racy

Michelle Maria

Nathália Fernandes

Tânia Alonso

Preparação Musical de Márcio Bá

Preparação Circense de Ronando de Jesus

Preparação de Técnica de Rua de André Cruz

Cenografia de Flávio Racy

Figurinos de Zezé Cherubini e André Cruz

Composição e trilha sonora de Márcio Bá

Edição de som de Francis Wiermann

Confecção de Máscaras de André Cruz

Confecção de objetos de cena da Cia. A DitaCuja, André Cruz e Tânia Alonso

Orientação teórica de Fábio Resende, Karl Felippe e Delson Ferreira

Programação visual de Flávio Racy

Projeto da Cia. A DitaCuja

Direção artística de Flávio Racy

Assessoria de imprensa de Michelle Maria

Fotografia de Sabryna Muralli

Filmagem de Antonio Torres

CIA TEATRO DA CIDADE

 

NOME DA PEÇA: O CORAÇÃO NAS SOMBRAS

 

DIREÇÃO: Kiko Marques

 

SINOPSE:


O espetáculo apresenta a história de Letícia Poletti, as desventuras e o acarretamento de sua confiança nos homens que amou durante os seus 28 anos, de Paraíso a Barbacena. Outras histórias que povoam nosso imaginário se farão presentes e colocarão em pauta as indelicadezas que cercam o amor e a morte, temas universais para todas as sociedades do mundo.

 

FICHA TÉCNICA 

 

 

Dramaturgia: Luís Alberto de Abreu 

Direção Geral: Kiko Marques 

Direção Musical: Beto Quadros

Codiretor: Claudio Mendel

MAGNÓLIA CULTURAL

 

NOME DA PEÇA: EM ANÁLISE

 

DIREÇÃO: Coletiva

 

SINOPSE:


Partindo de problemas reais da população brasileira com o Auxílio Emergencial, o
espetáculo virtual EM ANÁLISE retrata de forma cômica e crítica o descaso das instituições públicas no atendimento ao cidadão. A peça se passa em um futuro próximo e apresenta um país ainda em estado de pandemia. As personagens Joy, Miguel, Tarcísio e Telma trabalham no fictício prédio de contas do Auxílio Emergencial do governo – uma central de atendimento ao cidadão com dificuldades em receber o benefício. Em meio ao caos no número de ligações e de beneficiários que reclamam estar com sua situação “em análise” há meses, todos os funcionários da instituição são surpreendidos com uma decisão da chefia: eles são obrigados a ficar em confinamento dentro da repartição, já que um funcionário está com suspeita de contaminação por um vírus desconhecido. Desenrolam-se acontecimentos surreais e transformações mirabolantes no passar de um tempo que esgota qualquer sociabilidade e leva
todos a um limite extremo de revolta e insatisfação com tudo o que se põe à prova.

 

FICHA TÉCNICA

 

Dramaturgia: Bruno Sperança
Voz em off : Bruno Sperança
Direção Musical : Josyara
Edição de vídeos: Bruno Sperança/ Lucas Sancho
Operação de Trilha Sonora: Bruno Sperança
Assessoria de Imprensa: Ricardo Tabosa
Programação Visual: Lucas Sancho
Direção de Atores: Bruno Sperança
Argumento –  Direção de Arte – Direção Geral: O Grupo
Produção e Realização: Magnolia Cultural
Comédia
50min
14 anos

CIA CHERNOBYL

 

NOME DA PEÇA: CHERNOBYL

 

DIREÇÃO:  Bruno Perillo          

 

SINOPSE:


No dia 26 de abril de 1986, à 1h23min58seg, uma série de explosões destruiu o reator
e o prédio do quarto bloco da Central Elétrica Atômica de Chernobyl, próxima a
cidade de Pripyat, na Ucrânia. Em meio ao caos, milhares de pessoas são obrigadas a
deixar suas casas, abandonando seus bens e suas histórias. Uma boneca, Antonia,
acompanha e compartilha o sofrimento de “sua família”: a menina Hanna, seu irmão
Michael, a mãe Elena e o pai Igor, obrigados a enfrentar os efeitos devastadores do
maior desastre nuclear da história.

 

FICHA TÉCNICA 


Dramaturgia Florence Valéro
[com excertos do livro “Vozes de Tchernóbil”, de Svetlana Aleksiévitch inseridos por
elenco e direção]
Tradução Carolina Haddad
Direção Bruno Perillo
Elenco Carolina Haddad, Joana Dória, Manuela Afonso e Nicole Cordery
Trilha Sonora Pedro Semeghini
Cenário e Figurinos Chris Aizner
Iluminação e Vídeo Grissel Pinguillem
Direção de Movimento Marina Caron
Visagismo Cristina Cavalcanti
Consultoria de Química Maurício Rodrigues
Fotos de Chernobyl Duca Mendes e Carol Thomé
Foto da Capa Guy Pichard
Foto das Atrizes Felipe Cohen
Operação de Luz Michelle Bezerra
Operação de Som Pedro Semeghini
Estagiária de Direção Madu Arakaki
Estagiária de Contrarregragem Julia Temer
Pré-Produção Carolina Haddad
Assistente de Produção Marcelo Leão
Produção Anayan Moretto

@2021 - Festival de Jogos Teatrais